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Conteúdo técnico sobre auditoria, contabilidade e valuation.

Análises e notas técnicas sobre temas recorrentes na prática de auditoria independente, due diligence e avaliação de empresas.

O parecer de auditoria vai mudar em 2027: sua empresa está preparada para a nova seção sobre continuidade operacional?

A revisão da NBC TA 240 e da NBC TA 570 amplia o horizonte de análise de continuidade para 12 meses da aprovação das demonstrações e dá destaque próprio à incerteza relevante no parecer.

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Como a RAP de um leilão de transmissão se transforma em valor de empresa?

Com o Leilão nº 4/2026 marcado para 30 de outubro, o caminho entre a RAP e o valuation da concessão: taxa de desconto, vida útil regulatória e o mercado secundário de M&A.

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IFRS 20 só entra em vigor em 2029 — por que o valuation de uma concessionária de energia já deveria considerá-la?

O IASB criou tratamento contábil específico para ativos e passivos regulatórios. O prazo até 2029 é real, mas a curva de aprendizado para quem faz valuation de empresas reguladas começa bem antes disso.

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Fair value do direito de concessão: o ativo central do PPA em aquisições de transmissão

Com a transferência de concessões para a TAESA aprovada pela ANEEL, por que o WACC regulatório não pode ser confundido com a taxa de desconto do valor justo — e outros pontos sensíveis do PPA.

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Recuperação judicial em alta: como isso muda o parecer de auditoria e o valuation de empresas em reestruturação

Com o volume recorde de pedidos de RJ no Brasil, o que muda no julgamento de continuidade operacional e nos ajustes de valuation de empresas em dificuldade.

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Valuation sob risco de caducidade: o que o caso Enel SP ensina sobre avaliar concessões em crise

Um caso real mostra como tratar cenários regulatórios mutuamente excludentes num laudo — e o que isso muda na due diligence de ativos concedidos.

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Orientação Técnica CFC nº 1/2026: como contabilizar IBS e CBS

O CFC publicou a primeira diretriz formal sobre reconhecimento, mensuração e evidenciação de IBS e CBS — e por que isso importa além da rotina fiscal, em auditoria e valuation.

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Teste de Impairment: quando ele é obrigatório e como evitar surpresas no balanço

Os gatilhos que exigem o teste de recuperabilidade conforme o CPC 01 / IAS 36, e por que esperar o fechamento do exercício para avaliar indicadores é um erro comum.

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Due diligence buyside vs. vendor due diligence: qual escolher e quando

As diferenças práticas entre conduzir a diligência pela ótica do comprador ou preparar a empresa antecipadamente para venda — e o impacto de cada abordagem na negociação.

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PPA (Purchase Price Allocation): o que muda na contabilização após a aquisição

Como o preço pago em uma aquisição é alocado entre ativos identificáveis e ágio, e por que essa etapa técnica tem efeito direto nos resultados dos anos seguintes.

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Passivos contingentes e riscos ocultos em M&A: o que a due diligence precisa capturar

Por que processos, garantias e cláusulas contratuais não provisionados são a causa mais comum de litígio pós-fechamento entre comprador e vendedor.

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IFRS 18: o que muda na apresentação das demonstrações financeiras

A nova norma que substitui a IAS 1 a partir de 2027 padroniza a estrutura do resultado e traz métricas não-GAAP para dentro do escopo de auditoria.

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